Árbitro escolhido a dedo

 

Depois de ver a actuação do sr. Fábio Veríssimo na Vila da Feira, não restam dúvidas de que este juiz do apito foi deliberadamente escolhido para retirar pontos aos portistas. Fábio Veríssimo que no início do jogo até pareceu querer fazer um trabalho isento, a partir de certa altura desarticulou-se e começou a apitar nitidamente contra os dragões e a beneficiar o Feirense! Por conseguinte se dúvidas houvesse, elas seriam dissipadas pela dualidade de critérios disciplinares utilizados. A agravar a situação, o VAR de serviço, o famigerado Bruno Paixão, um árbitro célebre por arbitragens vergonhosas todas contra o FC Porto.
O cartão amarelo exibido a Soares por suposta simulação de falta, quando este foi nitidamente pisado num pé pelo adversário; e o segundo cartão amarelo mostrado a Felipe por pretensa falta sobre um adversário que se atirou para a piscina, quando Felipe joga simplesmente a bola; é de bradar aos céus…!!!
Destaques – 
O Feirense adoptou uma estratégia de super ferrolho e a par disso houve elementos da equipa portista que não renderam o habitual, ou seja, o seu normal, o que fez com que a equipa se ressentisse no seu entrosamento…!

Quarta-feira, 3 Janeiro 2018 • 20:15-Estádio:Marcolino de Castro, S.ta Maria da Feira
FEIRENSE                       16.ª Jornada                        FC PORTO

                                                                 

Árbitro: Fábio Veríssimo (Leiria)
Assistentes: Paulo Soares e Paulo Brás – VAR: Bruno Paixão
4.º Árbitro: Fábio Piló

Feirense: 22 Caio
28 Jean Sony, 32 Flávio Ramos, 13 Luís Rocha 3 Alex Kakuba (31′)
30 Luís Aurélio, 8 Tiago Silva (38′), 5 Babanco 77 Hugo Seco (62′)
10 Etebo, 19 João Silva (52′)
Suplentes: 37 Miskiewicz, 4 Briseño (50′ Babanco), 6 João Graça
7 Luís Machado, 12 Edson Farias (68′ Hugo Seco), 20 José Valência 
(86′ Tiago Silva), 35 BargeTreinador: Nuno Manta Santos
FC Porto: 12 José Sá (90+2′)

21 Ricardo, 28 Felipe (29′) (83′), 5 Marcano (c)(90+5′), 13 Alex Telles
22 Danilo, 20 André André , 8 Brahimi, 17 Corona 
11 Marega, 9 Aboubakar 
Suplentes: 1 Casillas, 2 Maxi, 7 Hernâni, 10 Óliver , (57′ André André)
19 Layún , (79′ Aboubakar), 23 Reyes, 29 Soares (78′), (66′ Corona)
Treinador: Sérgio Conceição
Os Golos

Feirense: Luís Rocha 26′ 
FC Porto: Aboubakar 22′ Felipe 76′

Análise resumo: Contra tudo e contra todos
Na noite desta quarta-feira, no Estádio Marcolino de Castro, os Dragões bateram o Feirense por 2-1, com golos de Aboubakar e Felipe, num jogo em que sai líder da Liga e com fortes razões de queixa do trio de arbitragem liderado por Fábio Veríssimo, que perdoou três expulsões ao Feirense e ainda um penálti sobre Marcano.
A seguir ao golo do Feirense, o FC Porto começou a sentir mais dificuldades em chegar junto da baliza de Caio e até ao intervalo só conseguiu fazê-lo com perigo por duas ocasiões, que o guarda-redes brasileiro resolveu com duas boas intervenções: primeiro num remate de Brahimi (28m) e depois num livre frontal de Alex Telles (36m), nascido de uma falta violenta cometida à entrada da área sobre o extremo argelino, mas que Fábio Veríssimo decidiu punir apenas com um cartão amarelo. Pouco antes, o juiz do apito de Leiria já tinha estado em evidência ao não expulsar Kakuba por outra falta sobre Brahimi às margens da lei (32m).
Faltava aos portistas quem construísse jogo e Sérgio Conceição percebeu isso, e, no início da segunda parte, lançou Óliver para o lugar de André André (57m), já depois de ter visto Fábio Veríssimo não ter assinalado grande penalidade por falta de João Silva sobre Marcano (52m), que daria o segundo amarelo ao avançado local.
Entretanto Sérgio Conceição voltou a mexer, colocando Soares no lugar de Corona que estava a render pouco, mas acabou por ser um defesa a resolver um problema que ameaçava tornar-se bicudo: Alex Telles bateu o canto e Felipe subiu ao terceiro andar para cabecear, de forma fulminante, para o fundo das redes (76m).
A partir daqui, Fábio Veríssimo voltou a entrar em acção: o juiz do apito de Leiria começou por exibir um cartão amarelo a Soares por supostamente simular uma falta que, de facto, existiu (79m); depois, expulsou Felipe por acumulação de amarelos (83m), quando antes não revelou o mesmo critério em relação a Tiago Silva, que, já com um amarelo, cometeu uma falta sobre Óliver também merecedora de ação disciplinar (69m); e, já no tempo de compensação, amarelou Marcano por uma falta que mais ninguém viu (90+5m).
Os três pontos foram mesmo conseguidos contra tudo e contra todos.

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