Clássico dá empate 0-0

 

O “cagão” do Jorge de Sousa na dúvida marcou sempre a favor do Benfica!
Teve olhos de lince para assinalar as faltas favoráveis ao Benfica; mas pelo contrário, foi muito permissivo deixando passar as faltas dos benfiquistas sobre os portistas; Jardel e Cª travaram várias vezes em falta : Marega, Brahimi, Danilo…etc… !

Resultado final : FC Porto 0 SL Benfica 0
Análise sumária ao jogo
Como sempre, o FC Porto foi mais uma vez prejudicado decisivamente, pois o Portal brasileiro ESPM analisou o lance do GOLO invalidado ao FC Porto e afirmou com conhecimento de causa que o golo foi mal invalidado, ou seja, não devia ter sido anulado porque no seguimento da jogada o jogador portista não está em fora de jogo.
A acção do Mister Sérgio Conceição
Retirar o Aboubakar do jogo revelou-se uma má decisão, pois estou convencido que mesmo cansado Aboubakar finaliza melhor do que Marega que teve três oportunidades praticamente de baliza aberta e por inépcia, deficiências técnicas, (precipitação?), não conseguiu dar a melhor direcção à bola. Por sua vez Soares revelou estar em baixo de forma e Brahimi cometeu o pecado de se agarrar demasiado à bola infrutiferamente.

Sexta-feira, 1 Dezembro 2017 • 20:30- Estádio: Dragão, Porto- Assistência: 49.809
FC PORTO                             13.ª Jornada                             BENFICA 
                                                                         
Árbitro: Jorge Sousa
Assistentes: Álvaro Mesquita e Nuno Manso (VAR: Hugo Miguel)
4.º Árbitro: Gonçalo Martins
FC Porto: 12 José Sá
21 Ricardo, 28 Felipe, 5 Marcano, 13 Alex Telles
22 Danilo, 27 Sérgio Oliveira , 16 Herrera (c)
8 Brahimi, 11 Marega, 9 Aboubakar 
Suplentes: 1 Casillas, 2 Maxi, 23 Reyes, 20 André André
25 Otávio (62′), (59′ Sérgio Oliveira), 17 Hernâni
29 Soares , (76′ Aboubakar)
Treinador: Sérgio Conceição
Benfica: 30 Bruno Varela
34 André Almeida, 4 Luisão (c) (37′), 33 Jardel, 3 Grimaldo
5 Fejsa, 21 Pizzi , 20 Krovinovic, 22 Cervi 
18 Salvio, 10 Jonas 
Suplentes: 1 Svilar, 2 Lisandro, 7 Samaris , (65′ Pizzi)
27 Rafa, 17 Zivkovic (80′) (82′), (76′ Cervi), 9 Raúl Jiménez 
(85′ Jonas), 14 Seferovic
Treinador: Rui Vitória
Resumo do jogo
Injustiça Clássica num Manual de Asneiras

FC Porto foi superior ao Benfica, mas não conseguiu contrariar o péssimo trabalho da equipa de arbitragem (0-0) Jorge Sousa e C.ª VAR incluído

A 13.ª jornada da Liga NOS deixou os Dragões em igualdade pontual com o Sporting na liderança da prova, mas as contas seriam diferentes se Jorge Sousa e seus pares tivessem feito o que lhes competia. Se há arbitragens com influência no resultado, esta foi uma delas.
Os primeiros minutos do clássico estiveram longe de ser um grande espectáculo e mostraram duas equipas muito encaixadas uma na outra, mas o FC Porto foi crescendo no jogo com o passar do tempo. Danilo assinou o primeiro aviso com um pontapé de bicicleta (24m) e deu início ao ascendente dos Dragões, que voltariam a ameaçar através de Herrera (31m) e Alex Telles (35m). Antes de tudo isto, já Jardel tinha cometido grande penalidade sobre Marega, que passou em claro (19m).
Sem verdadeiras oportunidades de golo para ambas as partes, o FC Porto voltou a ter razões de queixa da equipa de arbitragem mesmo em cima do intervalo, uma vez que Jorge Sousa e o videoárbitro Hugo Miguel decidiram fazer vista grossa a uma mão de Luisão na área lisboeta (45m). Grande penalidade não assinalada a favor do FC Porto e expulsão perdoada ao capitão encarnado, que minutos antes já havia visto um cartão amarelo. Mais do mesmo, portanto.
O rol de asneiras, quase dignas dum manual, teve continuidade na segunda parte, com um fora de jogo verdadeiramente inacreditável assinalado a Aboubakar. No seguimento de um lance que não deveria ter sido anulado, Herrera bateu Bruno Varela, mas o golo, que devia ter valido, não valeu (57m). Mesmo perante todas estas adversidades, o FC Porto chegou a ser avassalador nos segundos 45 minutos, nos quais o Benfica pouco mais fez do que jogar para o empate.
O intenso fluxo ofensivo do FC Porto não teve efeitos práticos, mas não faltaram oportunidades para materializar um domínio absoluto. Marega (58m, 86m e 90m+3), Herrera (64m) e Felipe (68m) cheiraram o golo, mas o desfecho deste jogo estava destinado a ser uma injustiça clássica: não venceu quem mais fez para o merecer.

O Mr. Sérgio Conceição
No fim do jogo teve mais perguntas do que respostas perante o que se passou no relvado do Estádio do Dragão. Questões sobretudo dirigidas à equipa de arbitragem e ao critério que semanalmente tem prejudicado a sua equipa. Esta noite o técnico apontou pelo menos uma grande penalidade clara, que sem explicação passou aos olhos até do videoárbitro, e um golo legal, que acabou invalidado. Por fim, uma mensagem aos seus jogadores: “nós somos sérios candidatos a ser campeões. Contra tudo e contra todos”, garantiu.
As perguntas que ficam por fazer (Comunicação Social Desportiva fanática)
“Às vezes fazemos perguntas para ser simpáticos. Porquê que não se falou aqui do lance penalti claríssimo, que dava o segundo amarelo e a expulsão do Luisão? E porquê que não se falou do lance do golo mal anulado? Podia ter-lhe perguntado. Temos que ver o jogo no seu todo e as perguntas têm que ser feitas. Se falou da expulsão do jogador do Benfica também tem que falar dos lances determinantes do jogo.”
O domínio no jogo e as situações inexplicáveis

“O Benfica entrou forte no jogo. Nós também, mas a partir dos 15, 20 minutos nós fomos a única equipa em campo e volto a dizer: eu quero que os protagonistas sejam os jogadores e os treinadores e naquilo que eu conseguir fazer, eu vou fazer. Mas não podemos aceitar semanalmente lances mal analisados por parte da equipa da arbitragem e do VAR. Têm que me dizer de uma vez por todas o porquê. O lance do golo mal anulado até percebo, porque o vídeoárbitro não pode intervir depois do auxiliar levantar a bandeirola, mas o do penalti é claríssimo…e eu pergunto o porquê de não se analisar. Neste momento tenho um balneário destroçado eu pergunto porquê? Obviamente que poderíamos ter mais eficácia e isso faz parte daquilo que nós temos que fazer, mas em todos os momentos do jogo fomos superiores.”
Palavra ao balneário
“Tenho que dar uma palavra forte ao meu balneário e dizer-lhes que tenho a plena convicção que tinha há duas semanas, há uma semana ou há um dia que nós somos sérios candidatos a ser campeões. Contra tudo e contra todos.”

 

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